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Grande Coisa | Não parece mais é

EsseGrande Coisa - Big Nothing é um daqueles filmes que pela capa você não espera nada, consulta o imdb e continua sem esperar nada, vê o trailer e pensa “deve ser bomzinho” mas no fim é surpreendido. “Grande Coisa” é um thriller de comédia e ação cujo elenco teve um encaixe perfeito com os personagens. David Schwimmer (o eterno Ross de Friends) como Ross (praticamente), Simon Pegg, um dos melhores atores de comédia da atualidade, como um sociopata e a deliciosa Alice Eve como uma ninfeta maluca.

Enfim, o roteiro foge do comum, a trilha sonora eu achei excelente, o que me surpreendeu pois por ser um filme de baixo custo não pensei que fossem levar a trilha tão a sério, tanto é que mal acabei de ver o filme e já fui atrás das músicas exceto por uma meio esquisita que parecia ser cantada em alemão. Você não vai refletir sobre a vida com esse filme mas com certeza é um ótimo passatempo pra quem está procurando um filme sem compromisso. Abaixo segue a sinopse e o trailer.

Nome Original: Big Nothing
Ano: 2006
Elenco: David Schwimmer, Simon Pegg e Alice Eve.
Direção: Jean-Baptiste Andrea

Charlie é um ex-professor e empregado num call-center que é despedido no primeiro dia. Transtornado por não poder sustentar a seu filha Emily e a mulher Penélope, é repentinamente contactado por Gus, um aspirante artista que apresenta Charlie com um plano para fazer algum dinheiro: chantagear o Reverendo Smalls, que se tornou num visitante assíduo de ilegais sites pornográficos. Gus planeia extorquir o Reverendo Smalls com a intenção de expor publicamente a sua vergonha secreta, caso ele recuse, destruindo com este escândalo a carreira do homem. Normalmente cauteloso, Charlie está afeiçoado a participar neste esquema, confiante de que irá finalmente ajudar as coisas ao redor dele e da sua família. Ajudado por Josie McBroom, uma rainha adolescente de espectáculo, o plano segue adiante… mas tudo sairá mal quando o Reverendo Smalls morre… graças a este trio, isto é apenas o começo dos seus problemas.

Skoob | Rede Social & Literatura

Em meio a tanto superflúo e inutilidade que vemos pelas andanças nas estradas da internet, encontramos coisas bem interessantes. Pois é, eu achava que rede social só servia pra fuçar na vida dos outros, ficar sabendo dos últimos babados e por aí vai as tosquisses. Mas isso mudou quando encontrei o Skoob, parei de beber e fumar, arranjei o emprego e me livrei das drogas o site nada mais é que uma rede social direcionada a literatura. Você monta sua estante virtual com seus livros (especificando edição, editora e patati patata…) e discuti com outras pessoas sobre o assunto. Há grupos/comunidades da qual você pode fazer parte. Pode escrever resenhas e ler a de outras pessoas. É um ótimo site para pesquisa de livros, eu uso como uma forma de organizar os livros que tenho, quero ler, estou lendo e por aí vai.

Link do site: http://www.skoob.com.br

CS Online | Primeiras Impressões

Ao saber do lançamento do Counter Strike Online, sim o jogo em que exauri toda minha juventude pulando de servidor em servidor, de clã em clã, correndo da B1 pra B2, voltou! E o melhor de tudo é grátis! (\o/ uhuuuu) Procurei no santo Google o link de download do jogo. Para dar vazão a minha alma genocida e seguir num tiroteio alucinado gastei alguns minutos passando pelas burocráticas etapas para jogar: baixar, instalar, atualizar e criar conta. Depois dessa Odisséia da paciência, abri o jogo e me deparei somente com servidores asiáticos. Escolhi no velho “mamãe mandou” e sentei o dedo na bagaça. Pelo pouco que experimentei, não houve mudanças drásticas na jogabilidade. Armas novas, modos de partida, ranking e outras novidades. Mas o maior problema encontrado foi o lag mortal, o que me fez desistir da jogatina. Enquanto não sai servidores mais pertos e menos lagados vou jogando o clássico AoE. Vale lembrar que a versão está em testes, portanto podem ocorrer mudanças.

Link para baixar: Clique Aqui!

PS: Uma versão do Battlefield grátis também está saindo, logo postarei sobre assunto.

Dogville | A humanidade é cruel

Este texto contém spoilers.

Trailer e sinopse do filme no fim do texto.

Capa do filme DogvilleHoje, falarei um pouco sobre uma obra-prima de Lars von Trier, o dramaDogville que foi lançado em 2003 e tem no elenco Nicole Kidman e Paul Bettany. A obra faz um resgate ao Dogma 95, porém sem o radicalismo do movimento, extraindo, principalmente, o sentido de devolver o caráter artístico ao cinema e exorcizar o atual cinema comercial concretizado por Hollywood.

A trilha sonora é sutil, nada muito especial mas combina com o contexto. O cenário é bem original, simples, deixando sobressair o lado psicológico dos personagens e suas atitudes. O papel de Nicole Kidman caiu como uma luva pra a atriz e Paul Bettany atuou bem, principalmente no capítulo final.

O filme mostra um conflito entre as convenções sociais que ditam nossa maneira de viver e o instinto humano, que nos faz lembrar que sendo racionais ou não, continuamos sendo animais. Por isso, temos necessidades que falam mais alto que as regras de etiqueta.

Sem maniqueísmo, o diretor mostra que o homem é mal por natureza e que o poder não corrompe o homem, pois o homem já é corrompido. O poder apenas permite que o “mal natural” do homem se concretize.  Explícito a partir da exploração de Grace pelos moradores de Dogville. Na última fala do filme fica claro que a humanidade é cruel e que o sentimento de sofrimento e vingança prevalecem.

O filme é excelente. Para quem ainda não assistiu, fica a dica!



Nome Original: Dogville
Ano: 2003
Elenco: Nicole Kidman, Paul Bettany e Lauren Bacall.
Direção: Lars von Trier

Anos 30, Dogville, um lugarejo nas Montanhas Rochosas. Grace (Nicole Kidman), uma bela desconhecida, aparece no lugar ao tentar fugir de gângsters. Com o apoio de Tom Edison (Paul Bettany), o auto-designado porta-voz da pequena comunidade, Grace é escondida pela pequena cidade e, em troca, trabalhará para eles. Fica acertado que após duas semanas ocorrerá uma votação para decidir se ela fica. Após este “período de testes” Grace é aprovada por unanimidade, mas quando a procura por ela se intensifica os moradores exigem algo mais em troca do risco de escondê-la. É quando ela descobre de modo duro que nesta cidade a bondade é algo bem relativo, pois Dogville começa a mostrar seus dentes. No entanto Grace carrega um segredo, que pode ser muito perigoso para a cidade.

É música, mas nem tanto.

Aí estão eles caros entusiastas. Desde o dia 14 de outubro a banda norte-americana Black Eyed Peas vem dando um giro por esse brasilzão, levando milhares de brasileiros ao êxtase e ao delírio com suas músicas dançantes e com suas batidas futurísticas.

Antes de escrever qualquer bobagem – algo que para muitos farei mesmo assim – perdi vinte minutos do meu dia lendo as tão entoadas  letras dessa “megabanda”, sendo que após uma rápida sessão de reflexão pude chegar à uma conclusão: Seu sucesso, de maneira alguma, deve ser fruto do do que escrevem. Gostaria, e muito, de saber o que aconteceu com aquele, antes tão revoltado e toante, movimento rapper dos Estados Unidos, que por muito abriu os olhos da sociedade para os males que não se calhava olhar. Atualmente ouço, ainda que na maior parte das vezes involuntariamente, letras como a do vídeo abaixo:

Após pouco analisar e pesquisar uma única idéia me clareou a mente. Se o objetivo é o sucesso um caminho pródigo é esbaforir um bando de palavras, preferencialmente em língua inglesa, usar trajes esquisitos, criar uma batida dançante – devo reconhecer que isso foi feito muito bem -, usar e abusar do youtube e, EM CIRCUNSTÂNCIA ALGUMA esquecer de comprar um gigantesco telão de LED, a lá U2.

Sou, com muito orgulho, considerado, em termos musicais, aquém de meu tempo. Sou adepto de que música seja algo que una som e texto, e, independente de como se dê a união, ambos devem ser de qualidade. Bons tempos devia ser aquele em que meus pais dançavam ao som de Walk of Life. Aquele em que as roupas de Michael Jackson e Elvis Presley eram um espelho para o futuro. Tempo estupendo aquele em que a platéia delirava ao som espacial de Pink Floyd e Hawkwind e vibrava com a voz inigualável de Aretha Franklin.

Não vou ser hipócrita de dizer que tudo anda perdido. Muita coisa boa ainda acontece no cenário musical, mas de forma alternativa e independente, sem a merecida atenção midiática.

No mais é bom nos protegermos, antes que sejamos todos vestidos com carne.

Federal | Estréia

Depois de belos filmes brasileiros com a temática conflitual da violência como o recente Tropa de Elite 2, com 4 anos de gravação, será lançando o filme dirigo por Erik de Castro, Federal, que conta com a atuação de Selton Mello, Cesario Augusto, Cristovam Netto, Michael Madsen e Carlos Alberto Riccelli. Segue a sinopse e o trailer:

Brasília. Vital (Carlos Alberto Riccelli) é um delegado da polícia federal brasileira, que lidera um grupo especial de investigação que tem por objetivo capturar o traficante de drogas internacional Béque Batista (Eduardo Dussek). Outros três policiais compõem o grupo: Dani (Selton Mello), Rocha (Cristovam Netto) e Lua (Cesário Augusto). Paralelamente, Vital precisa cuidar de Leila (Analu Silveira), sua esposa grávida, e faz de tudo para que ela não participe do mundo violento no qual vive.

Estréia dia 29/10/2010.

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